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Combate ao zika vírus vira livro

A implantação de núcleos de estimulação precoce nas policlínicas do Estado foi uma das principais medidas adotadas no Ceará para dar assistência às crianças vítimas de microcefalia em decorrência do zika vírus durante a epidemia da doença, em 2015 e 2016. Hoje, as 19 unidades espalhadas pelo território cearense atendem cerca de 300 meninos e meninas diagnosticados não só com a síndrome congênita, mas também com outros transtornos que requerem tratamento especializado.

O trabalho realizado nos centros foi documentado no livro "A experiência do Estado do Ceará no enfrentamento à síndrome congênita do zika vírus", lançado ontem (7) pelo Governo do Estado, em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que desenvolve, há 30 anos, ações na área por meio do Núcleo de Tratamento e Estimulação Precoce (Nutep).

A publicação reúne registros de todas as práticas executadas nos núcleos das policlínicas, desde a capacitação de profissionais até o atendimento em si de crianças com microcefalia e das famílias envolvidas, que inclui assistência multidisciplinar

Ampliação do acesso

Para a primeira-dama Onélia Leite, coordenadora do Programa Mais Infância Ceará e responsável pela iniciativa, o trabalho realizado nas unidades do Interior do Estado tem ajudado a promover o desenvolvimento das crianças diagnosticadas com a síndrome congênita e ampliou o acesso ao serviço, que antes ofertado apenas na Capital. "Percebemos que boa parte das crianças atendidas no Nutep eram do Interior, por isso sentimos a necessidade de descentralizar esse serviço", afirma. "A criança, na fase da primeira infância, precisa de estímulos. Nesse período, é muito importante, quando há necessidade, ter esses profissionais especializados. Assim ela poderá ter um desenvolvimento melhor", afirma Onélia.

Estimulação

A presidente do Nutep, Rita Brasil, explica que a estimulação precoce é uma das principais técnicas para reverter as sequelas adquiridas com a microcefalia. "É preciso estimular as crianças o mais cedo possível para que consigam superar e alcançar o máximo do potencial de desenvolvimento. Por isso, a ampliação desse trabalho foi uma iniciativa muito importante", ressalta.

O secretário de Saúde do Estado, Henrique Javi, avalia que a criação dos núcleos nas policlínicas foi uma resposta rápida à epidemia de microcefalia no Estado e que, hoje, as unidades constituem uma rede de estimulação precoce. "Essa rede, originalmente, era voltada para crianças com a síndrome congênita, mas hoje está ampliada para outras patologias. Hoje temos famílias acolhidas e crianças em desenvolvimento tentando se recuperar", destaca.

Diário do Nordeste


 
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