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Ceará cria 2.039 empregos e tem melhor maio desde 2014

Resultado divulgado pelo Caged mostra que o Estado passa por uma recomposição do mercado de trabalho

Pelo terceiro mês consecutivo com saldo positivo, o Ceará gerou 2.039 vagas de emprego formal em maio. O resultado é o melhor para o mês desde maio de 2014, quando foram criadas 3.178 vagas, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados, ontem (20), pelo Ministério do Trabalho. No acumulado de janeiro a maio, o mercado de trabalho cearense teve saldo positivo de 8.168 vagas. Em 12 meses, encerrados em maio, foram 19.982.

Juntos, os setores de construção civil e serviços ofertaram 2.588 vagas e foram os responsáveis por puxar a oferta de oportunidades no Estado. Já os setores da atividade econômica mais comprometidos foram indústria de transformação e comércio, com saldos negativos de -228 e -213 vagas, respectivamente.

Missão Velha foi o município cearense a garantir 684 postos de trabalho, o maior número no período, ficando à frente até mesmo de Fortaleza, que fechou maio com a geração de 657 postos de trabalho.

De acordo com o coordenador de Estudos e Análises de Mercado do Instituto do Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Erle Mesquita, o bom desempenho em Missão Velha está atrelado à pujança pontual da construção civil na região, tendo em vista as obras de transposição das águas do Rio São Francisco.

"O resultado em Missão Velha foi quase igual ao da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Como foi puxado basicamente pelo setor da construção civil, é bem provável que seja por conta das obras públicas realizadas naquela região, como é o caso da transposição", avalia.

Serviços e comércio

Já o setor de serviços, analisa Mesquita, acaba beneficiado porque congrega diversos segmentos, como turismo e educação. A administração de imóveis, especifica, é um tipo de serviço que vem crescendo gradativamente. "Esse resultado está muito associado ao processo das cidades (brasileiras), que estão com uma verticalização cada vez mais acentuada. Então, tem tido crescimento da demanda por profissionais da área, seja na comercialização de imóveis ou na administração de condomínios", diz.

O setor industrial fechou o mês de maio com saldo negativo. O pior desempenho na indústria foi verificado na indústria de calçados (-175). No comércio, o varejo obteve saldo negativo (-328), enquanto o atacado manteve saldo positivo (115).

Satisfatório

O saldo entre admitidos e desligados em maio, entretanto, foi menor que o registrado no mês imediatamente anterior (3.098). Em abril, inclusive, o Ceará obteve o melhor saldo positivo entre todos os estados do Nordeste, mas, em maio, caiu para o terceiro lugar, atrás da Bahia (5.935) e do Maranhão (2.075). Ainda assim, o resultado para o Estado foi satisfatório, avalia o coordenador de Estudos e Análises de Mercado do Instituto do Desenvolvimento do Trabalho. "De maneira geral, é um resultado positivo no sentido em que há maior número de admissões do que de demissões e vem como uma recomposição das perdas dos últimos três anos. Embora esteja concentrado tanto em termos setoriais como territoriais", diz Erle Mesquita.

Para além das incertezas políticas e econômicas que ainda pairam sobre o Brasil, o coordenador do IDT aponta como necessária à geração de mais empregos no País o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao trabalho. Para isso, seria necessário que entidades patronais, trabalhadores e governo firmassem um "pacto".

Dados nacionais

O Brasil encerrou o mês de maio com a abertura de 33.659 vagas de emprego formal. Ainda que positivo, o número é inferior ao registrado em igual mês do ano passado, quando o saldo foi positivo em 34.254.

Nos cinco primeiros meses do ano, o saldo foi positivo em 381.166 vagas e, nos últimos 12 meses, de 284.875 postos.

O resultado mensal foi puxado pelo setor agropecuário, que abriu 29.302 postos, seguido pelo setor de serviços, com a abertura de 18.577 vagas e pela construção civil (+3.181).

Também foram positivos os resultados dos setores de serviço de utilidade pública (+555), indústria extrativa mineral (+230) e administração pública (+197). Por outro lado, houve fechamento de vagas no comércio (-11.919 postos) e ainda na indústria da transformação (-6.464 postos).

Diário do Nordeste


 
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