Aposentados têm renda garantida, mas é preciso cuidar para não faltar.
Não é de hoje que falamos sobre a necessidade de melhorarmos nossa relação com o dinheiro (ou com a falta dele!). Mas o prenúncio de uma crise econômica como consequência da pandemia ocasionada pelo coronavírus (Covid-19) nos obriga a tomar novas atitudes relacionadas à gestão financeira.
Os impactos da redução das atividades econômicas e os gastos públicos com o combate à pandemia já começam a trazer consequências dolorosas para a economia brasileira, o que deve se estender pelos próximos anos. De acordo com estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre), a taxa de desemprego do Brasil pode pular dos atuais 11,6% para 16,1% já neste trimestre, levando mais de 5 milhões de pessoas para a fila do desemprego.
Embora os idosos sejam os mais vulneráveis quando o assunto é a crise de saúde, do ponto de vista econômico, a situação é um pouco mais confortável, principalmente para os que dispõem de um complemento na aposentadoria como os assistidos do Plano BD da Cabec.
Afinal, em um cenário de tantas incertezas, essa é uma renda garantida que traz um grande alívio para toda a família.
”A CABEC, neste momento, é mais do que nunca nosso porto seguro, pois temos garantido nosso provimento financeiro, nos permitindo assim concentrar nossa mente apenas em cuidar da saúde” CARLOS ARMANDO HOLANDA SIEBRA – participante CABEC.
“Hoje os idosos complementam renda das pessoas da família que estão endividadas ou sem remuneração. Mas é um cenário em que as pessoas acabam consumindo muito online por app e em sites, tanto pra compras quanto pra entretenimento ou mesmo alimentação, além de gastos com supermercado, que também subiram bastante,” avalia o consultor financeiro Alexandre Santiago.
Para Carlos Armando Holanda Siebra, funcionário do BEC/Bradesco, de 1982 a 2017, “a CABEC, neste momento, é mais do que nunca nosso porto seguro, pois temos garantido nosso provimento financeiro, nos permitindo assim concentrar nossa mente apenas em cuidar da saúde”. Adepto do isolamento social, Armando diz que agora é hora de “cuidar do corpo e da mente com atividades dentro das nossas residências, mesmo com o coração apertado de saudade dos netos, nos resguardando do contágio”.